ESQUIRE – Em Janeiro desse ano, enquanto filmava I, Tonya, Sebastian Stan apareceu em um bar para se encontrar com um monte de seus colegas de elenco da Marvel em Atlanta. Essas são pessoas que ele conhece pelo menos desde 2010, quando foi escalado como Bucky Barnes em Captain America: The First Avenger, um filme que começou uma das maiores franquias de filmes da história moderna e a própria carreira de Stan. Desde esse primeiro filme do Capitão, ele repetiu o papel em duas sequências; e também aparecerá em Avengers: Infinity War, que começou a filmar no início desse ano. Ele é amigo próximo de alguns dos mais reconhecidos astros de filmes de super herois no planeta. Eles são o povo dele.

Mas quando ele entrou naquele bar, ninguém sabia quem diabos ele era.

“Eu entrei e fiquei no meio de onde todo mundo estava conversando e percebi que ninguém me reconheceu,” Stan diz. “Eu estava com esse cabelo bem curto, um bigode sem costeletas, e estava muito pálido. Fiquei ali por uns minutos até que percebi, fui até alguém e falei ‘Ei, sou eu.'”

Você não pode realmente culpá-los. Em I, Tonya, Stan não se parece em nada com o gasto e traumatizado Bucky Barnes. Ele se transforma em Jeff Gillooly, o estranho marido de Tonya Harding e um vilão da história da patinação artística que serviu tempo de cadeia pelo envolvimento no ataque contra Bancy Kerrigan antes das Olimpíadas de Inverno de 1994. Com o cabelo curto e o bigode, Stan assume o temperamento suave-até-que-explode e a voz doce e delicada dele. É uma semelhança arrepiadora com o homem que ajudou a destruir a carreira de uma das melhores patinadoras artisticas de todos os tempos – mas permitiu que ela levasse a maior parte da culpa em público.

De fato, se eu não soubesse que Stan é quem interpreta Gillooly, eu talvez não tivesse reconhecido o ator mundialmente conhecido da Marvel – uma confissão que ele fica feliz de ouvir.

“Você sempre espera desaparecer em algo,” Stan diz, aceitando o elogio. Para se aprofundar no personagem, ele passou um mês e meio ouvindo entrevistas com Jeff Gillooly. Ele também assistiu todas as filmagens que podia encontrar, e eventualmente viajou para Portland, Oregon, onde passou 3 horas conversando com Gillooly – que mudou o nome para Jeff Stone – em um restaurante mexicano da cidade.

Stan admite que estava nervoso de conhecer o quase esquecido Gillooly; alguém poderia imaginar que Jeff teria o mesmo receio. “Naquele ponto, a única coisa que eu me importava era ver o físico, maneirismos, qualquer coisa que eu pudesse captar dele,” Stan diz. “A primeira coisa que ele perguntou pra mim foi, ‘Porque alguém veria isso? Porque alguém assistiria esse filme? Porque você decidiu que queria estar nesse filme?’ Minha impressão foi que deve ter sido estranho pra ele revisitar essa historia. Não é algo que ele queria falar sobre.”

Gillooly é um personagem desafiador de se interpretar, tanto moralmente quanto em termos de imitação física. Entretanto, Stan faz exatamente o que precisa, que é tirar um pouco da culpa de Tonya em uma reexaminação do ataque de Kerrigan. O filme mostra Harding como a vítima nas mãos da mídia, na comunidade de patinação, pobreza, a mãe dela e a masculinidade tóxica de Jeff. Em termos de performance, Stan brilha ao lado da brilhante, simpática e merecedora de Oscar interpretação de Margot Robbie, com seu próprio personagem cheio de complicações. s a challenging character to play both morally and in terms of physical imitation.

Enquanto I, Tonya examina a vida e carreira da atleta com lentes amplas, os momentos mais íntimos – compartilhados por Robbie e Stan – são por vezes perturbantes. A comédia sombria do filme tem polarizado as críticas e audiência, mas representam as tentativas do screenwriter Steven Rogers (não, não AQUELE Steven Rogers) de mostrar a relação dos dois a partir das “contraditórias” entrevistas com Harding e Gillooly. Isso significa que vemos também as acusações de Harding de violência doméstica, mas também a versão de Gillooly – na qual ele insiste que era um marido que apoiava sua esposa egoísta. Stan admite que essas partes na narrativa foram desconfortáveis para ele filmar assim como são de assistir. “Foi difícil para mim com ele papel,” ele diz, “porque foi difícil interpretar essas cenas.”

Apesar da estranheza que era filmar momentos violentos, o ator diz que é grato de ter tido Robbie ali para trabalhar a complexidade dessas cenas. “Muitas vezes nós apenas ríamos um do outro – não por causa do conteúdo, mas porque os dois estavam com dificuldades de fazer aquilo ficar acreditável. Não somos esse tipo de pessoa. Como podemos convencer os outros disso?” Stan diz. “Teve uma vez no carro que estávamos gravando uma cena tipo, 3 da manhã. Era bem séria. Estávamos nos preparando; eu usava uma blusa gola alta branca, e Margot estava no banco de passageiro com sangue falso em todo o rosto dela. Olhei pra ela e disse “Ei, como você está?” ela disse “Bem, e você?” e aí ela riu e disse ‘Quem a gente se tornou?'”

Esse é um filme que aparece em uma hora em que a mídia e indústria de entretenimento está focada em expor homens abusivos em posições de poder. Isso torna I, Tonya especialmente desconfortável de assistir. Mas Stan espera que algumas das cenas mais brutais ajudem a incentivar a conversa sobre essa revolução contra o patriarcado.

“Seria um mundo muito solitário se você, como homem, tivesse que recorrer a esse tipo de comportamento para se sentir com valor, para sentir que está sendo levado a sério. É covarde,” ele diz. “É óbvio pra mim que somente alguém que se sente extremamente emasculado poderia se comportar desse jeito. E o que isso diz sobre a masculinidade? Agora, mais que nunca, é o momento de revisarmos o conceito de masculinidade. A violência infelizmente sempre esteve no meio desse conceito, nessa coisa de alfa. É mais complicado que isso.”

Mesmo na sua carreira na Marvel, Stan teve a chance de analisar as complexidades da masculinidade em sua atuação. Em termos de personagens de quadrinhos, Bucky é um dos mais dinâmicos: ele é o amigo de infância do Capitão América que é reprogramado para se tornar o misterioso assassino conhecido como Soldado Invernal. As vezes vilão, as vezes herois, Barnes representa o espectro do bem e do mal, onde homens tem a habilidade de fazer coisas ótimas ou terríveis. Isso foi uma base para Stan fazer papeis mais dramáticos e sérios como I, Tonya.

O filme vem em um momento chave na carreira de Stan, onde o sucesso dos filmes da Marvel o deram a oportunidade de explorar projetos mais desafiadores como esse. Ele está trabalhando em um filme em Los Angeles, do diretor Karyn Kusama, onde ele e Nicole Kidman interpretam policiais disfarçados que se infiltram em um culto. Mas a Marvel ainda está no cenário, e quando pergunto se ele já considerou fazer um filme solo de Bucky, ele quase pula da cadeira. “Não sei quando… -batendo na madeira- isso seria uma experiência incrível,” ele diz. “Eu faria a qualquer momento. Definitivamente há muito a ser explorado. É divertido, e o cara tem alguns problemas com a identidade dele.”

E falando em Sebastian estrelar em spin offs de propriedades enormes: no dia anterior a essa entrevista, uma imagem de photoshop do ator como Luke Skywalker viralizou no Reddit. É tão convincente que Mark Hamill até começou a se referir a Stan como ‘seu filho’.

“Sinto que meio que tenho a bênção dele,” Stan diz. “Eu nem percebi, na verdade. Eu amava Luke quando era mais jovem. Então um amigo me disse, eles já fizeram o jovem Luke Skywalker, então você seria o Luke de meia idade.”

E o vão não preenchido entre Return of the Jedi e The Force Awakens, Stan pensa? “É aí que eu entraria.”

Ele provavelmente desapareceria nesse papel também. E agora é definitivamente a hora onde devemos dar valor a um homem que pode interpretar tanto herois quanto vilões com o olhar crítico que Stan traz aos dois.

SSBR001.jpg SSBR002.jpg SSBR004.jpg SSBR006.jpg

INICIO > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2017 > ESQUIRE

Sebastian Stan e seu personal trainer, Don Saladino, filmaram hoje um segmento para a Fox5 NY que mostrará a rotina de exercícios do treino deles na academia. O apresentador Duke Castiglione compartilhou em seu Instagram uma foto agradecendo aos dois pela participação.

Don também postou um vídeo em seu Facebook mostrando os bastidores das gravações, confira:

A entrevista que o Sebastian concedeu para um veículo de informações da Romênia foi liberada hoje. Confira a matéria completa traduzida:

Seu nome é Sebastian Stan, nasceu em Constança, e é muito ocupado com projetos no exterior. É visto pelas telas de todo o mundo após de entrar no escalão superior de VIPs da indústria cinematográfica.

Concordou em participar de uma reunião em Nova York com equipe do ProTV e falou sobre as memórias de sua terra natal. Ele tem uma mensagem para todos nós, romenos – está ansioso para rever seu país e cidade onde nasceu. É 09:00 em Nova York e a cidade vibra intensamente. Está cheio de pessoas nas ruas de Manhattan, uma ilha que há muitas décadas templo é o centro financeiro, cultural e comercial da América. Milhões de pessoas animadas nas ruas barulhentas, os grandes edifícios e sabor do café vendido em todos os lugares, enchendo as vias principais do bairro mais cosmpolita de New York. Hudson Street 428, um jovem entra no café. Usa um casaco de couro e um chapéu para esconder o rosto e é acompanhado por um assistente pessoal. Fala respeitosamente e rapidamente entra em uma conversa com o dono do estabelecimento, um australiano casado com uma romena. Diz-se que Sebastian frequenta muito a área.

Aos 34 anos, Sebastian está em alguns dos filmes mais conhecidos de Hollywood. Bucky, como o mundo o conhece; o melhor amigo do Capitão América, da trilogia de filmes de super herois que o trouxe nos últimos 4 anos um brilhante sucesso. “Eu realmente gosto de todas as pessoas que estão lá, envolvidas nos filmes. Voltar a filmar juntos é ótimo. Quer dizer, é muito interessante”, diz Sebastian.

Entrevistador: Como é ser amigo do Capitão América e vencer o Homem de Ferro ao lado dele?

Sebastian Stan: É bom. É surreal que me paguem pra bater nos outros.

Ele ganhou a admiração de milhões de fãs em todo o mundo desempenhando o papel do cara sexy e resistente que representa o símbolo dos heróis americanos ao lado de personagens inspirados em quadrinhos, como o Homem de Ferro ou o Capitão América. Filmes estrelados por Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Chris Evans, Hugo Weaving e Samuel L. Jackson e muitos outros atores famosos, com os quais Sebastian compartilha as cenas.

Sebastian Stan: “Eu sempre acho que quando eu acordar, será tudo um sonho.”

Ele encontra palavras na língua romena enquanto a conversa avança, não tão facilmente, uma vez que não tem muita oportunidade de falar romeno em Nova York ou Hollywood, ou nos filmes americanos.

Sebastian Stan: “Posso falar na língua com minha mãe e pai, as vezes. Especialmente com minha mãe.”

Seus pais se divorciaram quando ele tinha apenas dois anos de idade e seu pai vive na América, mas na costa oeste. Ele o visita quando vai para Los Angeles filmar, e diz que os pais têm mantido vivo seu interesse na Romenia.

“Agora eu estou mais interessado à Romênia, quero muito voltar”, disse o ator.

Em 1990, Sebastian tinha 8 anos e viveu em Constança. Imediatamente após a revolução, sua mãe, uma professora de piano, o levou com ela para Viena, onde viveu por três anos, e depois atravessou o oceano para chegar nos Estados Unidos.

Sebastian Stan: Eu era bem pequeno, mas eu tenho memórias sobre os comunistas e toda a situação. Lembro que no ano novo, a TV era liberada durante a noite toda. Caso não, apenas por uma hora.

Sebastian diz que gosta do sucesso que veio com os filmes que lhe trouxeram a fama atual, mas ele gostaria de papéis mais profundos.

Sebastian Stan: Temos cinema independente e comercial. Ambos são bons, mas eu quero papeis sobre a vida, sobre a família.

E ele aproveita para nos dizer que está assistindo produções romenas. Ele viu muitos dos filmes premiados na Europa e quer trabalhar com cineastas romenos. “Eu vi Cristi Puiu, de Mungiu com minha mãe”, disse o ator.

Louvou o filme porque fala sobre as realidades da sociedade romena e o ajuda a conhecê-la também.

Sebastian Stan:Vendo o último filme, eu entendi muito melhor a minha mãe e como ela passava por dificuldades com uma criança, sem um centavo para trazer comida para casa.

Carisma, ambição e talento o levaram a filmar papéis em filmes premiados no Oscar. Perdido em Marte, estrelado por Matt Damon e outro premiado filme, Black Swan, estrelado com Natalie Portman. Ele atuou em musicais na Broadway, além de em Gossip Girl. Cada vez tinha papeis melhores, mas na trilogia de filmes Capitão América é onde desempenha um papel central. E recebeu falas em romeno, após conversar com o diretor para trazer um gostinho em cena de sua terra natal.

Sebastian Stan:Eu conversei com a equipe e eles meio que fizeram essa cena como um favor, porque sabiam que eu ainda sabia falar a língua.

Por um tempo, Sebastian trabalhou como garçom em um restaurante em Manhattan, e diz que cada dólar recebido tinha extrema importância. Servia refeições, mas não desistiu de seu sonho de atuar em grandes palcos de teatro e cinema. Foi escalado para o primeiro papel quando estava em Viena e tinha apenas 10 anos de idade, e desde então alimentou a esperança de estar no mundo de Hollywood.

Sebastian Stan: Lembro-me que minha mãe me levou para a audição. Eu gostava de atuar porque gostava de imitar outras pessoas que estavam a minha volta.

Ele está com uma ligação forte com a Romênia e vangloriou-se de todos os lugares da cidade em que nasceu.

Sebastian Stan: “Eu fui para a praia no verão… Passei o meu aniversário lá em agosto, foi ótimo. Pude ver uma Constança diferente da que eu conheci quando menor.”

Ele menciona um momento triste em família que o impediu de voltar a sua vizinhança nos últimos anos.

Sebastian: Depois que minha avó faleceu… pra ser honesto, foi meio difícil pra mim voltar, porque… sei que se eu voltar eu terei que visitar o túmulo dela, terei que enfrentar o que aconteceu.

Entrevistador: Teve um grande impacto pra você.

Sebastian:Sim, é uma situação difícil pra mim.

Ele fica muito sério falando de suas memórias de Constança, durante os dias da Revolução de 1989. Ele estava brincando na rua quando começou.

Sebastian: Eu vi um Dacia branco com umas 6 pessoas dentro que estavam gritando – elas tinham uns 20 a 25 anos- e estavam gritando e balançando uma bandeira com um buraco no meio, e… lembro de ter visto o carro enquanto ele passava muito rápido com a bandeira. Eu sempre lembro de saber que alguma coisa muito grande estava acontecendo. Eu vou para o YouTube e assisto – uma vez eu assisti Ceaușescu. E no vídeo, um helicóptero veio e ele estava fugindo.

Entevistador:O que você acha dessas imagens?

Sebastian: Quando assisti, senti algo… como se eu lembrasse, como se a memória estivesse nos meus músculos. Senti como se uma faca tivesse me acertado. A voz dele, quando ouvi a voz dele pareceu que tinha sido ontem. Como se eu estivesse lá novamente.

Ele recebe mensagens adoráveis de todos os lugares do mundo e diz que é próximo a suas raízes romenas. Ele sempre está brincalhão e cuidadoso com suas aparições públicas, mas também educado. As interações com fãs consistem em brincadeiras, sorrisos e abraços.

Entrevistador: A fama te mudou?
Sebastian: Não.
Entrevistador: Você sente que acontece isso? Que algumas coisas tem que ser feitas de outro modo?
Sebastian: Não, não acho que me faça fazer as coisas de outro modo. Só me faz ter mais certeza da ideia de… tempo. Você sente que tem mais responsabilidades, então o que fará com seu tempo? Ok, você ganhou dinheiro. O que fará com ele? Se você quer se divertir, vai se divertir e essa é sua vida. Se você quer fazer algo importante, deixar algo para trás que fará as pessoas falarem sobre você quando você morrer, um legado, é uma história diferente. É isso que a fama me trouxe, responsabilidade.

Antes do sucesso, os tabloides escreveram muito sobre sua vida privada, relacionamentos que teve com colegas de elenco. Ele formou casal por alguns anos com Leighton Meester, a colega de Gossip Girl. Uma história de amor que foi seguida por uma com Margarita Levieva, com quem ele atuou em “Jogando com Prazer”. Mas no verão desse ano, surgiram boatos de um término entre os dois pelo fator ciúmes. Sebastian concordou em falar conosco sobre isso.

Sebastian: É difícil, digo, sempre fico surpreso e tento entender como relacionamentos funcionam nesse meio de trabalho. Porque veja Brad e Angelina… todas as oportunidades, todo o dinheiro do mundo e… problemas são problemas, no fim das contas. É difícil porque você tem que estar longe por muito tempo. Você filma aqui, viaja pra ali por 3 meses, viaja de novo… é difícil manter um relacionamento. Eu queria muito ter filhos, chegar a um ponto onde eu poderia ter uma família e também trabalhar com os diretores que eu admiro.

Ele também nos contou sobre as últimas fofocas de Hollywood a respeito dos bons locais de gravação na Europa.

Sebastian: Muitos filmes eram filmados em Bucareste e outros lugares, mas não sei o que aconteceu e agora eles vão para a Romênia.

Em casa, com sua mãe em NYC, ele sempre come comida romena.

Entrevistador: O que você gosta de comer?
Sebastian: Mititei, mamaliga, sarmale –minha mãe prepara sarmale todo Natal, mas não posso esquecer da salada  boeuf.

Sebastian também não esquece de ser um bom Romeno.

Sebastian: A vida de um ator é difícil porque você é responsável, até o final, pelo tempo que você gasta fazendo as coisas, porque parece que não temos muito tempo restante no planeta. [risos]

Ele acredita que o povo romeno é capaz de coisas lindas. Ele começou no fundo e seguiu seu sonho de infância. Teve esperança e nunca desistiu. Quer provar que tem talento. Com tudo que ele faz, ele mostra para o mundo que os romenos são especiais; são bonitos, fortes e respeitosos. Que fazem sucesso porque têm ambição, não importa o obstáculo.

Sebastian: Obrigado, olá de Nova York, estou muito feliz que falei com vocês hoje e espero ver vocês em Constança ou Bucareste.

Fonte

Em nova entrevista liberada para a GQ Style, Sebastian fala um pouco sobre sua rotina de exercícios, projetos futuros, a cidade onde cresceu e seu trabalho em Capitão América. Confira:

GQ: Você é baseado em Nova York? 
Eu sou, eu sou. Estou vendo esse tempo maravilhoso agora. É tão lindo que está me deixando ansioso.

Por que?
Porque sinto que eu tenho que ir viver a vida, todos os dias.

O que você faz quando o tempo está bonito, para aproveitar?
Ah, o comum. Correr seis milhas, ler um livro, sair até as 3. Tudo. [risos] Estou brincando. Provavelmente 5 minutos de cada uma dessas coisas.

Você pode apenas correr pelas ruas?
Sim, é Nova York. Ninguém liga. Eu corri pelo West Side Highway ontem; foi fantástico.

Você alguma vez recebe tipo, segundas olhadas?
Não, mas hoje eu encontrei com uma fã na rua que reconheço de algumas convenções. Alguns fãs são tão leais que você acaba os vendo novamente em locais diferentes. Então, encontrei com ela na rua, e você sempre pensa, Oh, oi, achei que te conhecia mesmo. Mas depois você pensa… Isso é mesmo uma coincidência? Eu tento nunca compartilhar minha localização, sabe.

Quer dizer em redes sociais?
Sim. Ben, eu era bem contra redes sociais por muito tempo. Agora não posso viver sem.

Você é bem ativo no Instagram.
É parte do mundo que vivemos agora, realmente. eu entendo o modo em que se encaixa nos negócios, em todos os negócios. Como na outra noite no CFDA Awards, onde fui com Yodd Synder; foi uma ótima oportunidade. A) foi divertido e B) é uma ótima parceria. E depois sinto que devo me conectar com os fãs; conexão individual é importante. Não costumava ser assim. Costumava ser -falo de 30, 40 anos atrás- o quanto menos as pessoas souberem sobre você, melhor, porque mais papeis diferentes você podia conseguir. Tem prós e contras sobre tudo isso. O que eu acho é que as conexões individuais com os fãs são legais —uma vez que você ganha menagens ótimas ou artes, é realmente gratificante. Eu vejo como um plus, por esse lado.

Você tem um passado teatral bem forte. Você fará mais disso em breve?
Eu amo. Queria poder fazer mais. Com teatro, é mais sobre uma janela específica. Se trata de disponibilidade. O comprometimento ali é toda noite, oito shows por semana e eu acho que é ainda mais importante se conectar com o material e com o que você está fazendo porque você fará o mesmo toda noite. Se você olha algo assim, é muito específico. Não é fácil encontrar algo assim, mas sempre fico procurando. Teatro é o mais desafiador de fazer, é só você e você, sem cordas e amarras. Você não pode pedir um intervalo, está em uma montanha russa.

Você foi a um famoso campo de teatro, Stagedoor Manor, quando era mais jovem. Como foi a experiência? 
Foi um lugar mágico, mágico. A época que eu estive lá foi muito particular. Primeiramente, não haviam celulares. A primeira coisa que falaram quando chegamos é que você não estava permitido a falar com seus pais, com seus amigos. Sem distrações. Você era forçado a aceitar o meio ambiente. Te faz sair da sua concha e eu acabei com incríveis amizades dali. Encontrei meu agente lá e estamos trabalhando juntos por 17 anos. Foi um lugar especial. Foi triste dizer adeus e voltar pra casa. Foi real pra caralho, cara. Foi antes de Glee! Era tipo, você está na mesa dos legais ou não? Na mesa respeitada. Sempre houveram essas hierarquias e tal— é apenas um produto dessa natureza —mas no Stagedoor, todos eram aceitos.

No que você foi escalado?
Fui em dois verões e fui escalado em musicais. Fui Danny Zuko em Grease e fiz o musical Sweet Charity, e depois On the Twentieth Century. Foram ótimos. Digo, cantar não é meu ponto forte mas eu realmente aproveitei. 

Você foi calorosamente aceito pela comunidade fashion. É algo que você sempre teve interesse? 
Sabe, é importante; tudo vai de mão em mão. Como eu entendo isso é assim: pra mim, atuar é prioridade. Quando trabalho em um papel, uma das coisas que amo é fazer uma colagem com coisas que gosto, que me inspiram, imagens, o que seja. Eu tento olhar sobre um ponto fixo. As vezes, me envolver com moda pode dar ideias pra coisas diferentes. É como um filme de certo modo, é um modo diferente de pensar sobre a coisa.

Eu estava na exposição da escola pública alguns dias atrás. Amei tudo, desde o local, a música, os temas, os sentimentos, a iluminação —foi uma performance completa. Tive uma certa educação na Fashion Week e posso aproveitar ainda mais agora, quando você vê um designer juntando tudo pro seu show. É arte, os caras tem voz criativa. Todo detalhe conta; é incrível. 

Em Capitão América, você está bem em forma. Quanto do trabalho é parecer com o personagem e quanto é sobre a vida interna dele? 
Acredito firmamente que a vida externa da pessoa realmente te informa como você atua. Quando se trata de personagens, Jack Nicholson diz pra deixar o figurino fazer o trabalho. O que você veste e apresenta. O que você veste, como agr, diz muito pras pessoas sobre quem você é. O guarda roupa diz muito sobre o personagem. Então em Civil War e nos filmes da Marvel, deixar meu cabelo crescer — e sim, não estava usando peruca. Eu deixei o cabelo crescer e adicionaram extensões nele— eu amo isso. O filme que acabei de filmar em Los Angeles, pintei meu cabelo de loiro e mudei o jeito de me vestir e as pessoas reagiram a isso. E pra mim, você tem que estar em forma toda hora, a não ser que o personagem exija que você ganhe peso. Além disso, gosto de ser atlético, isso faz eu me sentir bem.
Então você vai a academia? Ou joga esportes?
Olhe, o tempo está ótimo em NY agora, então tento sair. Eu jogo basquete ou fazer corrida. É a mentalidade típica de Nova York, sair de casa e aproveitar o tempo bom. As vezes é até legal aparecer em academias diferentes pela cidade pra não fazer a mesma coisa sempre. Acredito firmemente que se dedicar a atividade 20 ou 30 minutos por dia, nem que seja uma caminhada, fará seu dia melhor.
Mas você tem um regime mais específico para filmes? Tipo Capitão América?
Sim, bem, para esse último, acho que exagerei um pouco. Cheguei a 90 quilos, que eu nunca tinha chegado nunca na vida. Eu sabia que estaria rodeado por esses caras que parecem mamutes. Foi pela minha própria confiança. Foi louco, porque de repente você está maior e suas roupas não servem mais. O jeans não fica mais bonito. E isso muda sua vida social. De repente você tem que comer um monte de comida específica. Não posso pular refeições, tenho que comer de 2 em 2 horas. Eu literalmente levantava pra comer no meio da noite. Dormia, acordava, fazia xixi, ia pra geladeira, comia dois peitos de frango e dormia novamente.
Não é comida, é combustível.
Exato. E você vê seu corpo transformando, mas sua energia cai. Seu corpo sempre está processando comida. Tem prós e contras mas você ganha respeito por pessoas que fazem isso. Me ajudou a sentir que eu sentia parte desse mundo.

O que vem a seguir pra você? 
Tem esse filme que fiz chamado I’m Not Here, com J.K Simmons, Michael Monroe e Mandy Moore. A linha de pensamento é: Um homem procura redenção quando encontra uma mulher corajosa e bonita. Se passa nos anos 80 e tem um roteiro ótimo; é meio diferente. Michelle Schumacher, a esposa de J.K., dirigiu o filme e é um projeto muito passional pra eles. Eu interpretei um pai recém-casado, e eu tive um menininho chamado Jeremy que é muito talentoso interpretando meu filho E eu sempre fui um grande fã de Jim Carrey, e comédia sempre foi uma paixão não tão secreta pra mim. Ele está produzindo uma série na Showtime chamada I’m Dying Up Here, sobre comédia nos anos 70, e eu tenho um papel lá como um comediante stand up. 

É uma comédia?
Não. Escute, sim, é engraçado, mas é realmente sobre o início da carreira de Jay Leno, David Letterman, Robin Williams, todos esses caras dos anos 70. Mas é obscura, cara, porque por mais engraçados que eles fossem, haviam lugares sombrios. A série realmente captura os dois lados da fama que energizou as noites longas, sem dormir e cheias de drogas dessa era. 

Há algo oficial com o próximo filme do Capitão América? 
Terá um, mas não sei quando. É meio que um mistério estranho. É divertido e tenso. O melhor jeito de descrever é quando você recebe uma ligação um dia e é tipo “Você vai ao set agora”, e então você vai. Todos nos damos muito bem, então é divertido. Minha relação com Anthony Mackie é uma das coisas mais incríveis na minha vida, ter conhecido aquele cara. É divertido. Muito colaborativo. Todos sabem o objetivo: fazer algo ótimo e diferente que surpreenda os fãs. Todos temos papeis ali. Sem drama.

Tem aquela obsessão com seu personagem, Bucky e Capitão América estarem apaixonados e se beijando. Você vê isso? Algum pensamento sobre?
Olhe, cara, acho ótimo. Filmes estão aí pras pessoas se identificarem do jeito que quiserem. Ninguém aqui vai apontar o dedo e dizer se está certo ou errado. Pra mim é tipo, Awww, é fofo, é ótimo. Se alguém tira tempo pra pensar sobre isso, é ótimo. Porém, eu não vejo o personagem desse modo. Mas não tem resposta certa ou errada.

Fonte

002.jpg 003.jpg 005.jpg 001.jpg

INICIO > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > JAMES RYANG (GQ STYLE)

 

Sebastian participou de um podcast de Will Malnati, entitulado ‘The Drop-In‘. Nele, o ator falou um pouco sobre sua família, relacionamentos, expectativas na carreira. Você pode ouvir o podcast completo no iTunes clicando aqui.

Highlights do podcast:

  • Sebastian contou que, quando ele era mais novo, ele foi acampar e no computador dele tinha uma pasta com fotos de mulheres nuas. Quando ele voltou, o padrasto dele estava com essa pasta e fotos abertas e disse “Sebastian, precisamos conversar”. Na hora o Sebastian pensou “Ele vai me matar. Estou encrencado”, porém seu padrasto começou a comentar as fotos “essa aqui é boa”, “essa aqui você deleta”. Como o padrasto era muito religioso e conservador, ele adicionou depois “estou muito feliz, filho, eu e sua mãe achamos que você era gay”; Sebastian comentou que ele achava isso pelo fato de ele gostar de atuar, o que “é ridículo”.
  • Sebastian comentou que tem dois irmãos postiços.
  • Ele disse que toda a atenção que está recebendo agora ainda é muito nova pra ele, que não tem experiência com isso.
  • Sobre relacionamentos: Sebastian disse que pensa em talvez casar e ter filhos, um dia. Ele não teve bons exemplos de casamentos quando cresceu, seus pais se divorciaram quando ele tinha 2/3 anos. O pai casou novamente e o novo casamento também não deu certo; a mãe também casou-se com outro e foi um casamento bonito; apesar disso, haviam altos e baixos. Por não ter esses exemplos, Sebastian até gosta da ideia do casamento, mas não o idealiza mais como fazia com 20 anos e não sente essa necessidade de amar alguém para o resto da vida.
  • Sebastian gosta de namorar atrizes porque, por estarem no mesmo ramo, elas entendem os sacrifícios que o trabalho exige. Chegou a namorar uma escritora na faculdade, achando que por ter a ver com o processo criativo o relacionamento daria certo, mas as agendas ainda eram muito diferentes.
  • Sebastian sabia falar em linguagens de sinais quando mais novo. Agora ele ainda sabe o alfabeto e falar algumas frases, mas não muito bem.
  • Sebastian disse que se fosse um motorista do Uber ele conversaria com os clientes e teria uma playlist legal no carro.
  • O primeiro beijo de Sebastian foi em Viena com 10 anos e a garota tinha 16. A mãe dele não podia levá-lo pra escola, então pedia para essa menina acompanhá-lo no trem. Um dia ela chegou e perguntou se ele já havia beijado alguém, ele respondeu que não, e ela perguntou se ele queria.
  • Ele perdeu a virgindade em um hotel na Times Square, estava no último ano do ensino médio. Disse pra garota que não era virgem pra parecer experiente, mas alguns anos depois admitiu. Depois que tudo rolou, os dois comeram no McDonalds. Sebastian não contou o nome pois hoje ela é casada.

138.jpg 138.jpg 138.jpg 138.jpg

INICIO > REDES SOCIAIS | SOCIAL NETWORKS > INSTAGRAM (OUTROS)

066.jpg066.jpg066.jpg066.jpg

INICIO > REDES SOCIAIS | SOCIAL NETWORKS > INSTAGRAM (IMSEBASTIANSTAN)

Sebastian concedeu nova entrevista ao The Daily Beast, na qual comentou algumas fanarts ‘Stucky’ (Steve e Bucky), falou sobre Batman vs Superman e Guerra Civil. Confira a matéria completa:

Se Sebastian Stan já passou horas pesquisando na vasta e muito detalhada rede de fan arts dos Vingadores que existe para a eternidade na internet, ele faz um trabalho explêndido escondendo isso em uma tarde recente em Los Angeles.

O ator, 33, abre um sorriso manhoso quando falo dos infinitos modos nos quais os fãs do Capitão América imaginaram a ardente amizade entre Cap e Bucky Barnes, amizade de décadas que alguém poderia discutir que desabrochou em amor no novo filme ‘Guerra Civil’. Ofereço a Stan um vislumbre de uma fan art, na qual Bucky se enrola na cama, abraçado a um ursinho do Capitão. “Quero dizer, esse sou eu com um ursinho,” ele diz. “Que legal.”

Uma outra retrata uma cena de Steve e Bucky se beijando apaixonadamente em uma cama. “Isso é —nossa. Pesado.”

E finalmente, antes de seguir para outro tópico, um desenho adorável dos dois dormindo em paz, com o braço biônico possessivamente em volta do torso de Steve.

“Isso é bem legal,” ele sorri. “Ei, cara,” ele encolhe os ombros, com um traço brincalhão nos olhos. “As pessoas vêem esses filmes com todo tipo de pensamento.”

“Minha coisa preferida foi aquela música do Daft Punk,” ele adiciona. “Up All Night to Get Bucky!’ Isso foi ótimo. Foi realmente ótimo.”

Depois de interpretar o melhor amigo de Steve em dois filmes do Capitão América e em Homem-Formiga, Stan ganha um enorme tempo na tela em Guerra Civil, no qual o traumatizado ex-assassino se encontra no meio dos conflitos internacionais que coloca os Vingadores um contra o outro e o mundo contra seus super herois. Finalmente vemos o lado torturado do Soldado Invernal enquanto ele aparece e desaparece nas sombras, seus longos cabelos escondidos em um capuz como um viajante europeu. Quando Bucky é acusado de um ato terrorista, seu amigo Steve o defende. E um novo capítulo no destino dos dois começa.

“Eu não acho que ele saiba expressar suas emoções,'” Stan diz. “É como o filme Taxi Driver. Ele é alguém muito sozinho. É meio deprimente! Ele é alguém juntando os pedaços de sua vida e lidando com uma doença pós-traumática. Ele está paranoico, porque não sabe se está sendo seguido ou observado. Ele não confia em si mesmo porque está aprendendo sobre tudo o que fez e não lembra. Está muito isolado e meio assustado como um animal. Ele está apenas perdido.”

“O que ele aprende,” Stan adiciona, “é que a sua única pessoa e esperança é Steve Rogers. Porque Steve é o único cara que o manterá vivo.”

Talvez, eu ofereço, isso seja porque Steve o ama.

“Claro! Ele é sua única família. Esses caras tem 99 anos,” ele ri. “Não é incrível pensar desse modo? São dois caras deslocados em um mundo totalmente diferente, eles não têm ninguém, foram arrancados de seus passados. Eles nunca tiveram escolha. Certamente, Bucky nunca teve uma. A ideia dele era ‘Estou indo pra guerra, pois isso é o que devo fazer pelo meu país, e depois voltarei e começarei uma vida’—mas ele nunca pôde.”

Stan imagina que Bucky teve um ajuste muito difícil na vida, um homem forçado a entrar no século 21 lutando com o tormento existencial que ele estava sob o controle de vilões. As maiores lutas de Bucky, Stan supões, são suas habilidades com as pessoas. “Não que ele necessariamente sequer lembre os anos 1940, mas era diferente,” ele diz. “As pessoas agora agem diferente, usam tecnologia, acho que isso pra ele, tarefas diárias como ir ao supermercado pegar comida, assistir filmes, ir ao museu — tudo isso, acho que são coisas que ele provavelmente está fazendo sozinho.”

Bucky vai sozinho ver filmes?

“O que mais ele pode fazer?” Stan sorri. “Não sei se necessariamente ele compra um café e relaxa no domingo lendo um jornal,” ele adiciona. “Acho que ele deve ler as notícias e falando ‘Porra—que porra tá acontecendo nesse planeta? Onde estou? Quem eu sou?’ Mas eu diria, sim, que ele está tendo momentos difíceis.”

Stan considera os temas políticos mais profundos do filme—como negociamos os custos de guerra e a paz em escala internacional, dentro do contexto de uma sequencia de super herois.

“Não dá pra evitar pensar em como isso se aplica nas nossas vidas atualmente,” Stan oferece. “Mas nossos trabalhos são focar nos personagens e seus objetivos. Acho que é mais o trabalho dos escritores e diretores mostrar pra audiência ‘Ei, isso te faz pensar sobre como seria se o governo lesse seu celular? Como pessoas com muito dinheiro e poder ou acesso a armas nucleares são permitidas a atuar livremente, ou não?'”

“Nem posso dizer quantas vezes vi uma pessoa sem teto em Nova York, e quando lhe dou alguma coisa, escuto que é um veterano,” ele diz. “Acho que Bucky representa uma dessas pessoas que voltam e não sabem como retomar a sua vida, e é isso que o filme significa pro meu personagem. É tipo, ‘E agora? Pra onde vou daqui?'”

Stan dá a Guerra Civil uma crítica brilhante. Sua cena favorita, ele diz, é uma que ele compartilha com Anthony Mackie, o Falcão, enquanto os dois amigos de Cap estão em um banco de um carro. “É como 48 Horas, Nick Nolte e Eddie Murphy— é como eu vejo,” ele diz. “Eu, particularmente, gostaria de um remake com nós nois. Só estou dizendo. Nós podíamos fazer 50 Horas juntos.”

Ano passado, após Zack Synder soltar alguns golpes no Universo Cinematográfico da Marvel, Stan golpeou de volta defendendo o MCU. “Digo, os Russos estão pegando algo que as pessoas são acostumadas e moldando de um modo diferente,” ele disse ao Collider. “Eles não estão tentando imitar um filme melhor que Christopher Nolan ou algo assim.”

Agora que nós já vimos Batman v Superman e Guerra Civil, peço a Stan uma pequena crítica ao concorrente.

“Eu vi Batman v Superman,” ele diz sorrindo, “e eu gostei.”

Enfatizando positivamente, ele ecoa os sentimentos de muitos fãs da DC. “Acho que visualmente foi insano. Acho que Ben Affleck foi um Batman incrível. Aquela sequência de luta que ele teve com os caras, aquilo foi demais. Até  Jesse Eisenberg me fez rir em alguns pontos.”

“Acho também que a DC está em um ponto, na minha impressão, que estão querendo chegar na Liga da Justiça. Eles querem chegar no ponto de todos lutando juntos. Acho que o melhor jeito de pular pra isso foi dar o que muitas pessoas queriam ver faz tempo: Batman vs. Superman, dois dos maiores super herois da história lutando um contra o outro.”

“Mas,” ele adiciona, “Eu trabalho na Marvel, cara.”