Na tarde desta quarta-feira, 3 de maio, Sebastian Stan esteve no prédio da AOL para participar do Build Series ao lado de Anthony e Joe Russo respondendo perguntas de um moderador e de outros fãs sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Confira todas as fotos da participação do Sebastian em nossa galeria.

SSBR002.jpg SSBR003.jpg SSBR004.jpg SSBR010.jpg

INICIO > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > 03.05: AOL BUILD SPEAKER SERIES PRESENTS ‘AVENGERS: INFINITY WAR’

SSBR013.jpg SSBR014.jpg SSBR015.jpg SSBR018.jpg

INICIO > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > 03.05: AOL BUILD SPEAKER SERIES PRESENTS ‘AVENGERS: INFINITY WAR’ – PANEL

SSBR001.jpg SSBR001.jpg SSBR001.jpg  SSBR001.jpg

INICIO > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > AOL BUILD

Sebastian Stan foi convidado do programa de auditório Jimmy Kimmel Live! durante a semana especial de divulgação do filme Vingadores: Guerra Infinita. Confira abaixo as fotos e vídeos da entrevista, onde o ator falou sobre o filme ao lado de alguns colegas de elenco.

SSBR002.jpg SSBR014.jpg SSBR026.jpg SSBR044.jpg

INICIO > FOTOS DE PAPARAZZI | CANDIDS > 2018 > 25.05: ARRIVING ‘JIMMY KIMMEL LIVE’ STUDIO

SSBR001.jpg SSBR003.jpg SSBR007.jpg SSBR006.jpg

INICIO > RÁDIO E TELEVISÃO | RADIO AND TV > 2018 > 25.04: JIMMY KIMMEL LIVE! – STILLS

O título praticamente já diz tudo, mas Vingadores: Guerra Infinita promete ser nada menos que uma épico, completamente imergido em clima de guerra no estilo super-heroi, com batalhas nível Senhor dos Aneis entre Thanos e todos os rostos familiares do MCU.

Mas toda boa batalha precisa de um confronto visual inicial tenso antes dos socos começarem, enquanto os dois lados se olham pelo campo de batalha com os olhos cerrados de determinação. Você entendeu a ideia.

É exatamente o que essa imagem exclusiva, cortesia da Total Film Magazine, parece estar mostrando para Guerra Infinita. Da esquerda para direita, temos Okoye, Pantera Negra, Capitão América, Viúva Negra e Bucky Barnes todos se preparando para a guerra iminente, apoiados pelo exército de Wakandianos do rei T’Challa.

Clique para ver imagem em tamanho real

INICIO > FILMES | MOVIES > AVENGERS: INFINITY WAR (2018) > PRODUCTION STILLS

Wakanda – o local africano fictício que é a casa de Pantera Negra – é onde uma das maiores batalhas de Vingadores: Guerra Infinita ocorrerá, e essa cena parece se passar logo antes das cenas épicas de batalha mostradas no primeiro trailer.

Também sabemos que, em algum lugar fora do frame, o Falcão, Máquina de Combate e o Incrível Hulk estão provavelmente por perto, já que também foram vistos na mesma batalha do mesmo trailer.

Além disso, a imagem nos dá outra e muito melhor visão ao novo braço de Bucky, que parece ser novo e melhorado com tecnologia de Vibranium, e mais da barba gloriosa do Cap. Ainda sem sinal do escudo, porém.

Este ano marca o 10º aniversário do Marvel Cinematic Universe. Para comemorar, o MCU juntou quase todos os super-heróis que já estiveram envolvidos na franquia para uma foto épica.

Clique para ver imagem em tamanho real

INICIO > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > MCU CLASS PHOTO

Cerca de 80 atores e cineastas se reuniram em Atlanta no dia 7 de outubro de 2017, para comemorar o aniversário e fazer uma fotografia. Todos os principais vingadores – incluindo Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson e Jeremy Renner – estavam lá, junto com recém-chegados como Michelle Pfeiffer (que aparecerá em Homem-Formiga e a Vespa neste ano como Janet Van Dyne) e Brie Larson (que vai estrear como Capitã Marvel em 2019).

Aqui está a lista completa de atores presentes: Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Paul Rudd, Benedict Cumberbatch, Chris Pratt, Chadwick Boseman, Brie Larson, Jeremy Renner, Tom Holland, Sean Gunn, Hannah John-Kamen, Zoe Saldana, Angela Bassett, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Kurt Russell, Danai Gurira, William Hurt, Karen Gillan, Emily VanCamp, Tessa Thompson, Don Cheadle, Dave Bautista, Michael Peña, Anthony Mackie, Evangeline Lilly, Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Frank Grillo, Letitia Wright, Laurence Fishburne, Linda Cardellini, Sebastian Stan, Ty Simpkins, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Hayley Atwell, Pom Klementieff, Benedict Wong, Michael Rooker, Vin Diesel, Cobie Smulders, Samuel L. Jackson e Jeff Goldblum.

E aqui estão os cineastas e executivos: Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Stan Lee, Scott Derrickson, Trinh Tran, Alan Taylor, Brad Winderbaum, Louis Letterier, Jon Watts, Sarah Finn, James Gunn, Joe Russo, Anthony Russo Joss Whedon, David Grant, Mitchell Bell, Anna Boden, Ryan Fleck, Jeffrey Ford, Peyton Reed, Jonathan Schwartz, Stephen Broussard, Ryan Coogler, Jeremy Latcham, Nate Moore, Christopher Markus, Stephen McFeely, Taika Waititi, Erik Carroll, Ryan Meinerding e Craig Kyle.

Confira também o vídeo dos bastidores:

Parabéns pelo filme! Pode nos contar como você se envolveu com ele? O que te atraiu no seu personagem particularmente? 

Fiz uma ligação no Skype com Craig Gillespie mais ou mesmo na mesma época que assisti Price of Gold, um documentário sobre Tonya Harding. Depois de ler o roteiro, fiquei bem animado com as possibilidades desse filme: o humor e honestidade dele e o quão trágicos esses personagens reais são – senti que era uma história importante de contar. Da perspectiva de um ator, Jeff Gillooly era um personagem complexo e eu fiquei curioso para descobrir a verdade atrás do homem, o que realmente aconteceu, e eu ainda nem tenho certeza de que descobri, mas valeu a pena o desafio.

Você conhecey Jeff e Tonya na vida real; como foi a experiência? 

Foi importante pra mim conhecê-los, Jeff em particular porque foi difícil achar qualquer coisa sobre ele além do escândalo envolvendo o “incidente”. Foi também muito importante pra mim de uma perspectiva técnica me informar como ele se move e como ele fala. Eu tive um senso durante nosso encontro de que ele teve uma educação difícil, e por mais caótica que a relação dele para Tonya tenha se tornado, existiu amor ali em algum ponto. Esse foi meu caminho de procurar alguma humanidade nele. Tentei dar uma visão no personagem com a ideia de que as pessoas podem começar com boas intenções, mas nem sempre ter, ou não conseguir mantê-las.

A relação de Tonya e Jeff era volátil e as vezes violenta. Como você se aproximou do personagem, sabendo como o público reagiria a ele? 

No início foi difícil porque eu não podia evitar julgá-lo, mas eu me dei a tarefa de procurar a humanidade nele além do que era dito. Eu queria chegar ao começo de tudo e explorar o início de Jeff e Tonya, entender quem ele era e o que o levou a fazer tudo aquilo. Conhecê-lo pessoalmente ajudou, porque me permitiu conectar o jovem Jeff com o cara atual, e comecei a montar um quebra cabeça da vida dele. Margot e eu trabalhamos cuidadosamente com Craig para procurar o amor por baixo de toda aquela dor e toxicidade. Queríamos entender tudo e mostrar o motivo de Tonya sempre voltar para ele.

Margot é uma atriz formidável. Como foi trabalhar com ela?

Amei trabalhar com Margot. Ela é extremamente generosa como atriz e carismática como produtora. Ela ama o processo de fazer o filme e eu fiquei extremamente impressionado em quão determinada ela estava de contar a história do modo certo. Ela foi minha âncora nisso, e eu não podia ter feito nada sem ela.

Como você responde ao movimento #MeToo? Como você descreve seu papel nele, como homem e como ator? 

Eu apoio o movimento. É incrivelmente corajoso e heroico de todas as mulheres que se pronunciaram e eu quero abrir espaço para isso, e honrar isso. Fico triste como homem e humano por tudo que li e aprendi, mas fico esperançoso que através disso poderemos expandir o conhecimento e aprender a nos comunicar entre si e aceitar uma mudança que já passou da hora de acontecer. Com sorte nós poderemos inspirar as futuras gerações de homens e mulheres através dessa auto-reflexão que estamos fazendo. Como ator, sinto que é meu dever espelhar o máximo que posso, e apoiar histórias que foram e ainda precisam ser contadas.

O que você quis dizer pelo seu discurso: “Agora é a hora, mais do que nunca, para rever o que a masculinidade quer dizer. A violência sempre tem sido, infelizmente, completamente incorporada no conceito de masculinidade, essa coisa de macho alfa. E é muito mais complicado que isso.”?

Acho que por muito tempo a ideia de um macho alfa foi romantizada e definida de um certo modo, com frequência envolvendo a violência, e é a hora de isso ser revisto. O que é um homem em 2018? O que é animador nos dias de hoje é que todos temos a oportunidade de ouvir e ver quais mudanças precisam ser feitas nos exemplos que queremos passar para os mais jovens. Acho que é tudo sobre ter conversa. Para mim, pessoalmente, masculinidade é sobre oferecer proteção, oferecer segurança, oferecer espaço, comunicação, ser vulnerável, nunca fazer os outros se sentirem errados pelo que sentem, e agora, mais importante do que nunca, sobre ouvir e aprender sobre como ajudar.

Fonte

SSBR001.jpg SSBR002.jpg SSBR003.jpg SSBR004.jpg

INICIO > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > SBJCTJOURNAL

ESQUIRE – Em Janeiro desse ano, enquanto filmava I, Tonya, Sebastian Stan apareceu em um bar para se encontrar com um monte de seus colegas de elenco da Marvel em Atlanta. Essas são pessoas que ele conhece pelo menos desde 2010, quando foi escalado como Bucky Barnes em Captain America: The First Avenger, um filme que começou uma das maiores franquias de filmes da história moderna e a própria carreira de Stan. Desde esse primeiro filme do Capitão, ele repetiu o papel em duas sequências; e também aparecerá em Avengers: Infinity War, que começou a filmar no início desse ano. Ele é amigo próximo de alguns dos mais reconhecidos astros de filmes de super herois no planeta. Eles são o povo dele.

Mas quando ele entrou naquele bar, ninguém sabia quem diabos ele era.

“Eu entrei e fiquei no meio de onde todo mundo estava conversando e percebi que ninguém me reconheceu,” Stan diz. “Eu estava com esse cabelo bem curto, um bigode sem costeletas, e estava muito pálido. Fiquei ali por uns minutos até que percebi, fui até alguém e falei ‘Ei, sou eu.'”

Você não pode realmente culpá-los. Em I, Tonya, Stan não se parece em nada com o gasto e traumatizado Bucky Barnes. Ele se transforma em Jeff Gillooly, o estranho marido de Tonya Harding e um vilão da história da patinação artística que serviu tempo de cadeia pelo envolvimento no ataque contra Bancy Kerrigan antes das Olimpíadas de Inverno de 1994. Com o cabelo curto e o bigode, Stan assume o temperamento suave-até-que-explode e a voz doce e delicada dele. É uma semelhança arrepiadora com o homem que ajudou a destruir a carreira de uma das melhores patinadoras artisticas de todos os tempos – mas permitiu que ela levasse a maior parte da culpa em público.

De fato, se eu não soubesse que Stan é quem interpreta Gillooly, eu talvez não tivesse reconhecido o ator mundialmente conhecido da Marvel – uma confissão que ele fica feliz de ouvir.

“Você sempre espera desaparecer em algo,” Stan diz, aceitando o elogio. Para se aprofundar no personagem, ele passou um mês e meio ouvindo entrevistas com Jeff Gillooly. Ele também assistiu todas as filmagens que podia encontrar, e eventualmente viajou para Portland, Oregon, onde passou 3 horas conversando com Gillooly – que mudou o nome para Jeff Stone – em um restaurante mexicano da cidade.

Stan admite que estava nervoso de conhecer o quase esquecido Gillooly; alguém poderia imaginar que Jeff teria o mesmo receio. “Naquele ponto, a única coisa que eu me importava era ver o físico, maneirismos, qualquer coisa que eu pudesse captar dele,” Stan diz. “A primeira coisa que ele perguntou pra mim foi, ‘Porque alguém veria isso? Porque alguém assistiria esse filme? Porque você decidiu que queria estar nesse filme?’ Minha impressão foi que deve ter sido estranho pra ele revisitar essa historia. Não é algo que ele queria falar sobre.”

Gillooly é um personagem desafiador de se interpretar, tanto moralmente quanto em termos de imitação física. Entretanto, Stan faz exatamente o que precisa, que é tirar um pouco da culpa de Tonya em uma reexaminação do ataque de Kerrigan. O filme mostra Harding como a vítima nas mãos da mídia, na comunidade de patinação, pobreza, a mãe dela e a masculinidade tóxica de Jeff. Em termos de performance, Stan brilha ao lado da brilhante, simpática e merecedora de Oscar interpretação de Margot Robbie, com seu próprio personagem cheio de complicações. s a challenging character to play both morally and in terms of physical imitation.

Enquanto I, Tonya examina a vida e carreira da atleta com lentes amplas, os momentos mais íntimos – compartilhados por Robbie e Stan – são por vezes perturbantes. A comédia sombria do filme tem polarizado as críticas e audiência, mas representam as tentativas do screenwriter Steven Rogers (não, não AQUELE Steven Rogers) de mostrar a relação dos dois a partir das “contraditórias” entrevistas com Harding e Gillooly. Isso significa que vemos também as acusações de Harding de violência doméstica, mas também a versão de Gillooly – na qual ele insiste que era um marido que apoiava sua esposa egoísta. Stan admite que essas partes na narrativa foram desconfortáveis para ele filmar assim como são de assistir. “Foi difícil para mim com ele papel,” ele diz, “porque foi difícil interpretar essas cenas.”

Apesar da estranheza que era filmar momentos violentos, o ator diz que é grato de ter tido Robbie ali para trabalhar a complexidade dessas cenas. “Muitas vezes nós apenas ríamos um do outro – não por causa do conteúdo, mas porque os dois estavam com dificuldades de fazer aquilo ficar acreditável. Não somos esse tipo de pessoa. Como podemos convencer os outros disso?” Stan diz. “Teve uma vez no carro que estávamos gravando uma cena tipo, 3 da manhã. Era bem séria. Estávamos nos preparando; eu usava uma blusa gola alta branca, e Margot estava no banco de passageiro com sangue falso em todo o rosto dela. Olhei pra ela e disse “Ei, como você está?” ela disse “Bem, e você?” e aí ela riu e disse ‘Quem a gente se tornou?'”

Esse é um filme que aparece em uma hora em que a mídia e indústria de entretenimento está focada em expor homens abusivos em posições de poder. Isso torna I, Tonya especialmente desconfortável de assistir. Mas Stan espera que algumas das cenas mais brutais ajudem a incentivar a conversa sobre essa revolução contra o patriarcado.

“Seria um mundo muito solitário se você, como homem, tivesse que recorrer a esse tipo de comportamento para se sentir com valor, para sentir que está sendo levado a sério. É covarde,” ele diz. “É óbvio pra mim que somente alguém que se sente extremamente emasculado poderia se comportar desse jeito. E o que isso diz sobre a masculinidade? Agora, mais que nunca, é o momento de revisarmos o conceito de masculinidade. A violência infelizmente sempre esteve no meio desse conceito, nessa coisa de alfa. É mais complicado que isso.”

Mesmo na sua carreira na Marvel, Stan teve a chance de analisar as complexidades da masculinidade em sua atuação. Em termos de personagens de quadrinhos, Bucky é um dos mais dinâmicos: ele é o amigo de infância do Capitão América que é reprogramado para se tornar o misterioso assassino conhecido como Soldado Invernal. As vezes vilão, as vezes herois, Barnes representa o espectro do bem e do mal, onde homens tem a habilidade de fazer coisas ótimas ou terríveis. Isso foi uma base para Stan fazer papeis mais dramáticos e sérios como I, Tonya.

O filme vem em um momento chave na carreira de Stan, onde o sucesso dos filmes da Marvel o deram a oportunidade de explorar projetos mais desafiadores como esse. Ele está trabalhando em um filme em Los Angeles, do diretor Karyn Kusama, onde ele e Nicole Kidman interpretam policiais disfarçados que se infiltram em um culto. Mas a Marvel ainda está no cenário, e quando pergunto se ele já considerou fazer um filme solo de Bucky, ele quase pula da cadeira. “Não sei quando… -batendo na madeira- isso seria uma experiência incrível,” ele diz. “Eu faria a qualquer momento. Definitivamente há muito a ser explorado. É divertido, e o cara tem alguns problemas com a identidade dele.”

E falando em Sebastian estrelar em spin offs de propriedades enormes: no dia anterior a essa entrevista, uma imagem de photoshop do ator como Luke Skywalker viralizou no Reddit. É tão convincente que Mark Hamill até começou a se referir a Stan como ‘seu filho’.

“Sinto que meio que tenho a bênção dele,” Stan diz. “Eu nem percebi, na verdade. Eu amava Luke quando era mais jovem. Então um amigo me disse, eles já fizeram o jovem Luke Skywalker, então você seria o Luke de meia idade.”

E o vão não preenchido entre Return of the Jedi e The Force Awakens, Stan pensa? “É aí que eu entraria.”

Ele provavelmente desapareceria nesse papel também. E agora é definitivamente a hora onde devemos dar valor a um homem que pode interpretar tanto herois quanto vilões com o olhar crítico que Stan traz aos dois.

SSBR001.jpg SSBR002.jpg SSBR004.jpg SSBR006.jpg

INICIO > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2017 > ESQUIRE