Sebastian esteve presente em dois dias (sábado e domingo) da Wizard World Sacramento, na Califórnia, para sessões de autógrafos, fotos e um painel. Confira abaixo o resumo dos melhores momentos da convenção.

Domingo, 19 de junho

Sebastian participou, além de tirar fotos e autografar, de um painel solo:

A cena de sexo do Sebastian em The Bronze foi muito nua em todos os sentidos da palavra. O diretor o levou por muitos caminhos diferentes.

Sebastian gostaria de interpretar Gaston em um filme da Disney.

Comentou que tem muito afeto pela primeira experiência dele em uma convenção: Wizard World Philly, dois anos atrás.

As ameixas (em Capitão América: Guerra Civil) foram apenas um acaso. Elas eram as frutas que tinham no set, então ele pegou elas.

Sebastian vê o Soldado Invernal e Bucky como duas pessoas diferentes; o Soldado é a parte agressiva de Bucky Barnes.

Quando perguntado se voltaria a atuar na Broadway, ele respondeu que pensava em voltar; adicionou que fez testes para o filme ‘Guys and Dolls’ e está esperando saber se passou.

Sebastian diz que se pode trabalhar com alguém que possa ensiná-lo alguma coisa, é uma vitória. “Somos baseados nas companhias que temos”;é um grande fã de Matt Damon, o acha uma inspiração por sempre estar sorrindo e ser um verdadeiro líder.

Perguntaram se o Sebastian lia fanfics. Ele respondeu que não, isso era o mundo dos fãs e a internet o assusta.

Sebastian “exagerou” com seu ganho de peso para Guerra Civil. 5000 calorias por dia pra construir massa muscular.

Sebastian comentou que por 75% do filme, Bucky queria arrancar a cabeça de Sam. Ele não o impressiona; mas os dois são inseparáveis.

Sebastian foi perguntado se ligaria pra Mark Hamill, porque foi dia dos pais. Ele disse que sim.

Opinião sobre Steve ser Hydra (nos quadrinhos): “Não faz sentido pra mim, não mesmo. É como colocar um carro em uma máquina de lavar.”

Ele não sabe quando veremos Bucky novamente nos filmes, só sabe que ele está vivo.

Sebastian sobre T.J Hammond (Political Animals): “Gosto de pensar que ele encontrou seu caminho ao longo da jornada. Ele tinha uma vida complicada por ter crescido com grandes responsabilidades em relação aos pais e publicidade, exposição pública. Mas gosto de pensar que ele está bem. Talvez até esteja casado. Não sei.”

Antes de uma pergunta, uma fã falou as palavras gatilho do Soldado Invernal:

Sessão de autógrafos

Hayley Atwell entrou na cabine de autógrafos do Sebastian e conversou com ele.

Fã: Você ligou para Chris Evans semana passada, por causa do aniversário dele?

Sebastian: Eu não liguei…

Fã: Oi Hayley!

Sebastian: Eu liguei pro Chris semana passada?

Fã: VOCÊ ligou pro Chris semana passada?

Sebastian: Não liguei. Eu mandei uma mensagem.

Hayley: Eu dei um ukulele pra ele ano passado, então supere essa.

Sebastian: Mandei assim: ‘feliz 35’. Você comprou um ukulele?

Hayley: Comprei.

Sebastian: Uau. Isso é realmente legal.

Hayley: Ele tem 35 anos?!

Sebastian: Sim.

Hayley: Olhe isso! Você é tão impressionante. É tão lindo.

Sebastian: Estou usando minhas poses de Dominic Cooper.

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Foto destaque por elves-n-angels

Nova cena deletada de ‘The Martian’ Lais Montano postou isso

Uma nova cena deletada do filme ‘The Martian’ mostra a comandante Lewis (Jessica Chastain) conversando com a tripulação e menciona o romance entre Beth (Kate Mara) e Chris Beck (Sebastian Stan). Confira:

Foi liberado no Netflix o episódio ‘Jantar com Capitão América e Seus Amigos’, do programa Chelsea. Sebastian participou do programa, que você pode conferir (caso tenha conta no Netflix) clicando aqui. Clique nas miniaturas abaixo para vizualizar as mais de 300 capturas da exibição na galeria.

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Sebastian participou de um podcast de Will Malnati, entitulado ‘The Drop-In‘. Nele, o ator falou um pouco sobre sua família, relacionamentos, expectativas na carreira. Você pode ouvir o podcast completo no iTunes clicando aqui.

Highlights do podcast:

  • Sebastian contou que, quando ele era mais novo, ele foi acampar e no computador dele tinha uma pasta com fotos de mulheres nuas. Quando ele voltou, o padrasto dele estava com essa pasta e fotos abertas e disse “Sebastian, precisamos conversar”. Na hora o Sebastian pensou “Ele vai me matar. Estou encrencado”, porém seu padrasto começou a comentar as fotos “essa aqui é boa”, “essa aqui você deleta”. Como o padrasto era muito religioso e conservador, ele adicionou depois “estou muito feliz, filho, eu e sua mãe achamos que você era gay”; Sebastian comentou que ele achava isso pelo fato de ele gostar de atuar, o que “é ridículo”.
  • Sebastian comentou que tem dois irmãos postiços.
  • Ele disse que toda a atenção que está recebendo agora ainda é muito nova pra ele, que não tem experiência com isso.
  • Sobre relacionamentos: Sebastian disse que pensa em talvez casar e ter filhos, um dia. Ele não teve bons exemplos de casamentos quando cresceu, seus pais se divorciaram quando ele tinha 2/3 anos. O pai casou novamente e o novo casamento também não deu certo; a mãe também casou-se com outro e foi um casamento bonito; apesar disso, haviam altos e baixos. Por não ter esses exemplos, Sebastian até gosta da ideia do casamento, mas não o idealiza mais como fazia com 20 anos e não sente essa necessidade de amar alguém para o resto da vida.
  • Sebastian gosta de namorar atrizes porque, por estarem no mesmo ramo, elas entendem os sacrifícios que o trabalho exige. Chegou a namorar uma escritora na faculdade, achando que por ter a ver com o processo criativo o relacionamento daria certo, mas as agendas ainda eram muito diferentes.
  • Sebastian sabia falar em linguagens de sinais quando mais novo. Agora ele ainda sabe o alfabeto e falar algumas frases, mas não muito bem.
  • Sebastian disse que se fosse um motorista do Uber ele conversaria com os clientes e teria uma playlist legal no carro.
  • O primeiro beijo de Sebastian foi em Viena com 10 anos e a garota tinha 16. A mãe dele não podia levá-lo pra escola, então pedia para essa menina acompanhá-lo no trem. Um dia ela chegou e perguntou se ele já havia beijado alguém, ele respondeu que não, e ela perguntou se ele queria.
  • Ele perdeu a virgindade em um hotel na Times Square, estava no último ano do ensino médio. Disse pra garota que não era virgem pra parecer experiente, mas alguns anos depois admitiu. Depois que tudo rolou, os dois comeram no McDonalds. Sebastian não contou o nome pois hoje ela é casada.

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Sebastian concedeu nova entrevista ao The Daily Beast, na qual comentou algumas fanarts ‘Stucky’ (Steve e Bucky), falou sobre Batman vs Superman e Guerra Civil. Confira a matéria completa:

Se Sebastian Stan já passou horas pesquisando na vasta e muito detalhada rede de fan arts dos Vingadores que existe para a eternidade na internet, ele faz um trabalho explêndido escondendo isso em uma tarde recente em Los Angeles.

O ator, 33, abre um sorriso manhoso quando falo dos infinitos modos nos quais os fãs do Capitão América imaginaram a ardente amizade entre Cap e Bucky Barnes, amizade de décadas que alguém poderia discutir que desabrochou em amor no novo filme ‘Guerra Civil’. Ofereço a Stan um vislumbre de uma fan art, na qual Bucky se enrola na cama, abraçado a um ursinho do Capitão. “Quero dizer, esse sou eu com um ursinho,” ele diz. “Que legal.”

Uma outra retrata uma cena de Steve e Bucky se beijando apaixonadamente em uma cama. “Isso é —nossa. Pesado.”

E finalmente, antes de seguir para outro tópico, um desenho adorável dos dois dormindo em paz, com o braço biônico possessivamente em volta do torso de Steve.

“Isso é bem legal,” ele sorri. “Ei, cara,” ele encolhe os ombros, com um traço brincalhão nos olhos. “As pessoas vêem esses filmes com todo tipo de pensamento.”

“Minha coisa preferida foi aquela música do Daft Punk,” ele adiciona. “Up All Night to Get Bucky!’ Isso foi ótimo. Foi realmente ótimo.”

Depois de interpretar o melhor amigo de Steve em dois filmes do Capitão América e em Homem-Formiga, Stan ganha um enorme tempo na tela em Guerra Civil, no qual o traumatizado ex-assassino se encontra no meio dos conflitos internacionais que coloca os Vingadores um contra o outro e o mundo contra seus super herois. Finalmente vemos o lado torturado do Soldado Invernal enquanto ele aparece e desaparece nas sombras, seus longos cabelos escondidos em um capuz como um viajante europeu. Quando Bucky é acusado de um ato terrorista, seu amigo Steve o defende. E um novo capítulo no destino dos dois começa.

“Eu não acho que ele saiba expressar suas emoções,'” Stan diz. “É como o filme Taxi Driver. Ele é alguém muito sozinho. É meio deprimente! Ele é alguém juntando os pedaços de sua vida e lidando com uma doença pós-traumática. Ele está paranoico, porque não sabe se está sendo seguido ou observado. Ele não confia em si mesmo porque está aprendendo sobre tudo o que fez e não lembra. Está muito isolado e meio assustado como um animal. Ele está apenas perdido.”

“O que ele aprende,” Stan adiciona, “é que a sua única pessoa e esperança é Steve Rogers. Porque Steve é o único cara que o manterá vivo.”

Talvez, eu ofereço, isso seja porque Steve o ama.

“Claro! Ele é sua única família. Esses caras tem 99 anos,” ele ri. “Não é incrível pensar desse modo? São dois caras deslocados em um mundo totalmente diferente, eles não têm ninguém, foram arrancados de seus passados. Eles nunca tiveram escolha. Certamente, Bucky nunca teve uma. A ideia dele era ‘Estou indo pra guerra, pois isso é o que devo fazer pelo meu país, e depois voltarei e começarei uma vida’—mas ele nunca pôde.”

Stan imagina que Bucky teve um ajuste muito difícil na vida, um homem forçado a entrar no século 21 lutando com o tormento existencial que ele estava sob o controle de vilões. As maiores lutas de Bucky, Stan supões, são suas habilidades com as pessoas. “Não que ele necessariamente sequer lembre os anos 1940, mas era diferente,” ele diz. “As pessoas agora agem diferente, usam tecnologia, acho que isso pra ele, tarefas diárias como ir ao supermercado pegar comida, assistir filmes, ir ao museu — tudo isso, acho que são coisas que ele provavelmente está fazendo sozinho.”

Bucky vai sozinho ver filmes?

“O que mais ele pode fazer?” Stan sorri. “Não sei se necessariamente ele compra um café e relaxa no domingo lendo um jornal,” ele adiciona. “Acho que ele deve ler as notícias e falando ‘Porra—que porra tá acontecendo nesse planeta? Onde estou? Quem eu sou?’ Mas eu diria, sim, que ele está tendo momentos difíceis.”

Stan considera os temas políticos mais profundos do filme—como negociamos os custos de guerra e a paz em escala internacional, dentro do contexto de uma sequencia de super herois.

“Não dá pra evitar pensar em como isso se aplica nas nossas vidas atualmente,” Stan oferece. “Mas nossos trabalhos são focar nos personagens e seus objetivos. Acho que é mais o trabalho dos escritores e diretores mostrar pra audiência ‘Ei, isso te faz pensar sobre como seria se o governo lesse seu celular? Como pessoas com muito dinheiro e poder ou acesso a armas nucleares são permitidas a atuar livremente, ou não?'”

“Nem posso dizer quantas vezes vi uma pessoa sem teto em Nova York, e quando lhe dou alguma coisa, escuto que é um veterano,” ele diz. “Acho que Bucky representa uma dessas pessoas que voltam e não sabem como retomar a sua vida, e é isso que o filme significa pro meu personagem. É tipo, ‘E agora? Pra onde vou daqui?'”

Stan dá a Guerra Civil uma crítica brilhante. Sua cena favorita, ele diz, é uma que ele compartilha com Anthony Mackie, o Falcão, enquanto os dois amigos de Cap estão em um banco de um carro. “É como 48 Horas, Nick Nolte e Eddie Murphy— é como eu vejo,” ele diz. “Eu, particularmente, gostaria de um remake com nós nois. Só estou dizendo. Nós podíamos fazer 50 Horas juntos.”

Ano passado, após Zack Synder soltar alguns golpes no Universo Cinematográfico da Marvel, Stan golpeou de volta defendendo o MCU. “Digo, os Russos estão pegando algo que as pessoas são acostumadas e moldando de um modo diferente,” ele disse ao Collider. “Eles não estão tentando imitar um filme melhor que Christopher Nolan ou algo assim.”

Agora que nós já vimos Batman v Superman e Guerra Civil, peço a Stan uma pequena crítica ao concorrente.

“Eu vi Batman v Superman,” ele diz sorrindo, “e eu gostei.”

Enfatizando positivamente, ele ecoa os sentimentos de muitos fãs da DC. “Acho que visualmente foi insano. Acho que Ben Affleck foi um Batman incrível. Aquela sequência de luta que ele teve com os caras, aquilo foi demais. Até  Jesse Eisenberg me fez rir em alguns pontos.”

“Acho também que a DC está em um ponto, na minha impressão, que estão querendo chegar na Liga da Justiça. Eles querem chegar no ponto de todos lutando juntos. Acho que o melhor jeito de pular pra isso foi dar o que muitas pessoas queriam ver faz tempo: Batman vs. Superman, dois dos maiores super herois da história lutando um contra o outro.”

“Mas,” ele adiciona, “Eu trabalho na Marvel, cara.”

Foi liberado um novo vídeo de Sebastian com Anthony Mackie no Facebook do Late Show with Stephen Colbert, onde os atores responderam quem venceria em uma luta entre Falcão e Bucky. Confira o vídeo:

Sebastian: Está brincando, Chocolaccino? Bucky destruiria o Falcão. No fim do dia, Mackie Attack, o Falcão é só um passarinho de óculos. Então fique na sua e cuidado pra não esbarrar em uma janela.

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