Sebastian Stan deu entrevista ao Entertainment Weekly falando um pouco sobre o bromance entre Steve e Bucky e sobre quem o Soldado Invernal realmente é. Confira o vídeo:

 

  • Se alguém me perguntasse quem Bucky Barnes é sem ter visto os dois filmes, eu diria: você vai entrar em uma aventura. Ele está aprendendo sobre quem ele é, nem ele mesmo sabe quem ele é. Ele se alistou para a guerra, a coisa certa pelo seu país, e acabou sofrendo lavagem cerebral para ser assassino. Não é exatamente como ele imaginou sua vida, mas nesse filme nós o vemos ganhando esse conhecimento e aprendendo a viver com isso ou não.
  • Bromances estão no cinema por nem sei quanto tempo. Pense em todos os filmes sobre amizade que apareceram nos anos 80, mais particularmente filmes de guerra. O que faz eles (Cap e Bucky) se destacarem é o fato de serem dois caras tentando se adaptar na vida, eles nunca tiveram uma chance na vida, nunca tiveram uma infância, nunca sequer tiveram uma vida direito. Eles eram jovens e a única família do outro, daí basicamente eles se alistaram e a guerra tirou todas as suas chances. Eles estão encontrando um caminho e só tem um ao outro no mundo.

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Sebastian concede entrevista ao LA Times Lais Montano postou isso

Sebastian Stan deu nova entrevista ao site LA Times, falando novamente sobre sua carreira, projetos passados e futuros, além de Anthony Mackie, Anthony Russo e Joe Russo elogiando o ator. Confira a entrevista traduzida:

Quando criança, Sebastian Stan ocupou mais países do que a maioria das pessoas ocupa casas. Com 8 anos, mudou-se da cidade nativa Romênia para Viena, e depois, 4 anos depois, para Nova York.

Agora com 33, Stan não acha que essas mudanças eram sempre saudáveis. Mas podem ter o ensinado o limite psicológico para entender personagens que mudam de uma forma para outra.

“Foi difícil. Você está habitando diferentes mundos, falando línguas diferentes,” Stan disse em entrevista. “Mas de certo modo me ajudou. Quando você é jovem você só quer se encaixar. Daí você cresce e percebe que o que aconteceu foi você se acostumar com ser diferente.”

Stan é um homem preso entre dois mundos no filme de Anthony e Joe Russo ‘Capitão América: Guerra Civil’. O novo e renomado filme de super heroi tem Stan revisitando seu papel como James ‘Bucky’ Barnes, conhecido como Soldado Invernal. Como os fãs dos filmes sabem, Barnes era um respeitado militar e amigo de infância de Steve Rogers, sofrendo mais tarde uma lavagem cerebral para trabalhar como um instrumento de tortura humano, antes de lembrar seus podres e procurar redenção.

Barnes continuará a evoluir, assim como a significância de seu papel para o MCU. O personagem em “Guerra Civil” se torna, graças a ações passadas, a chave final para a tensão entre os rivais Homem de Ferro/Tony Stark e o Capitão América de Rogers. Ele é, realmente, o pivô em volta de qual toda a ação gira.

Enquanto Stan come um hambúrguer em um restaurante próximo ao seu apartamento em Manhattan em uma recente tarde de sexta feira, ele mostra pouca preocupação para um homem cujas ações estão para ser vistas e julgadas por milhões de pessoas pelo mundo.

Seu longo cabelo cai na altura do queixo, um boné na sua mão e sua face veste algo que não é exatamente uma barba. Um par de sapatos casuais de grife são a única pista de alguém com um trabalho renomado.

Stan mudou-se recentemente para a vizinhança, e está tirando uma folga da vida na mídia que não era exatamente típica de seus papeis passados como em “Gossip Girl”, “Once Upon a Time”, e alguns projetos de teatro em Nova York. Em alguns dias ele aparecerá no GMA pela primeira vez e pronto para embarcar no circuito de apresentadores de programas noturnos (Stephen Colbert, James Corden), geralmente reservados para pessoas mais valiosas do Super Bowl.

É apenas justo para o ator que, depois de se formar em um programa de teatro na New Jersey’s Rutgers University, só queria se manter ocupado.

“Eu realmente queria trabalhar. E por um longo período isso foi uma chave de agitação,” ele diz. “Nunca tive muito controle dos trabalhos que conseguia. E de certa forma, não importava.”

Agora, depois de ser apenas uma parte auxiliar na grande máquina que é a Marvel, ele está para se tornar uma engrenagem essencial. E como um homem de passado dividido, ele tem duas ideias sobre isso.

Pensativo com traços sérios, o ator fala entusiasmado sobre o universo dos quadrinhos, adicionando a história dos cinemas de um modo que poderia animar até os mais cansados de super herois. — “esses filmes são como ‘Star Wars’ ou ‘De Volta Para o Futuro’ de nossa era. As pessoas olharão para trás daqui a 20 ou 30 anos e dirão ‘Cara, esses filmes eram ótimos.’ É uma estampa no tempo em que nos encontramos.” 

Mas Stan pode também pareccer ambivalente sobre ter um papel pessoal em ajudar a roda capitalista a girar, oferecendo um ceticismo que seria refrescante para o público geral, e sem dúvidas, desesperador para seus agentes.

“Tem uma hora que você diz, ‘O que é a minha vida além de viajar por aí de primeira classe?” Ele diz. “Você pensa e diz ‘Talvez haja algo a mais.'” Ele diz que ainda não descobriu o que é, mas pelo menos deve significar outros, muito diferentes, tipos de papeis, incluindo dramas que requirem transformações físicas e mais teatro. Um nome que vêm frequentemente com Stan é Joaquin Phoenix, e se sente uma admiração nele pelo ator conhecido pelas suas metamorfoses.

Anthony Mackie, que interpreta o Falcão nos filmes do Capitão América e tornou-se um bom amigo de Sebastian na tour de divulgação de “Soldado Invernal”, diz: “Estrelismo não é algo que Sebastian considera uma emoção humana.”

Claro, esses ideiais tem um modo de desaparecer com a fama e riqueza de um blockbuster. Falar com Stan nesse momento é falar com alguém cujo arco das histórias contém um certo nível de incerteza; não há muitas pistas de onde ele se encaixará nos atores dramáticos da Marvel. Ele será como Mark Ruffalo? Ou Chris Hemsworth?

E o quanto ele procurará se tornar uma face conhecida como alguns que o cercam em ‘Guerra Civil’? Anonimidade é legal, mas sem reconhecimento, não tem muitas vantagens.

Pelo menos, há muito a mastigar nesse papel. Stan vê no Soldado Invernal algumas lições, como em muitos personagens do MCU. Se Stark representa os medos e esperanças de um futuro tecnológico, e Homem Aranha sintetiza um estado de juventude perpétua, Bucky oferece outro paradigma.

“Tem muito em Bucky que é relacionável ao nosso mundo,” Stan disse. “Esse lugar ambivalente em que ele se encontra. Deveria o governo ter controle das coisas de um modo diferente? Ou se trata de indivíduos e liberdade?”

A falta de uma resposta clara está codificada no estilo de atuação de Sebastian. Mackie aponta que o ator “tem uma habilidade nata de fazer as pessoas quererem assistí-lo. É uma qualidade carismática que é difícil explicar ou ensinar.”

“Ele tem o papel mais difícil,” Mackie adiciona. “A maioria dos atores interpretaria Bucky de um modo que te faria querer matá-lo no final. E Sebastian te coloca em uma posição na qual você está despedaçado por ele.”

Joe Russo chama a performance de Stan de “a mais complicada de todas dos filmes da Marvel, porque ele essencialmente interpreta três personagens — Bucky, o Soldado Invernal e agora esse personagem no meio termo.”

Anthony Russo disse que Stan trouxe essa nuance física na atuação que os fez confiantes a aumentar seu papel. “Ele fez coisas em “Soldado Invernal” que nos impressionou, encontrando maneiras de impulsionar um personagem complexo mesmo sem muitas oportunidades de falar,” disse o co-diretor.

A ética de Stan pode vir em parte pela sua herança romena. O ator fala inglês fluente e sem nenhum traço de sotaques, e ele não voltou para a Romênia em mais de uma década (não deixou muita família por lá). Mas pelo menos sua perseverança pode derivar de sua vivência em um país comunista. Como filho único, Stan idealizou as noções da América em si desde cedo.

“As coisas que aprendi com meus pais, o que estava realmente infiltrado na geração deles, é essa ideia de oportunidade e a liberdade de ter oportunidade. O modo que os Estados Unidos via isso era de um modo que você tem a chance de fazer qualquer coisa, de dizer, ‘Essa é minha ideia, vou te oferecer e se você gostar, posso lucrar com ela.’ Foi o motivo de eles me encorajarem a atuar também, pela facilidade que era fazer isso aqui.”

Stan trabalhou em muitas produções teatrais no ensino médio, antes de entrar em Rutgers e a procura de trabalho um tempo depois.

Em um desses projetos, uma apresentação na Broadway chamada “Talk Radio” em 2007, Sebastian era parte da história sobre um discotecário local prestes a se tornar famoso e as complicações que se seguiram. Stan sente que está vivendo uma versão disso agora.

“Acho que fica mais difícil quando você faz mais sucesso,” ele diz. “Quando o sucesso acontece, você precisa descobrir a resposta da pergunta ‘O que eu farei pra me destacar?’ porque depois você começa a ser visto como ‘uma coisa’. Que é parte de você. Mas não é realmente o que você é.” 

Sebastian participou de uma entrevista ao vivo no Facebook oficial da People, respondendo perguntas do entrevistador e dos fãs. Confira o vídeo legendado e as capturas de tela em nossa galeria:

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Na madrugada de hoje, Sebastian compareceu ao programa “The Tonight Show with Jimmy Fallon”, ao lado de seus colegas de elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Jeremy Renner. No segmento, os atores e o apresentador brincaram de ‘Musical Beers’, um jogo ao estilo de dança das cadeiras. Confira o vídeo e fotos clicando nas miniaturas de nossa galeria:

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Sebastian Stan é a capa desse mês da revista americana Backstage, e concedeu uma entrevista sobre sua carreira, além de posar para uma sessão de fotos. Confira a entrevista traduzida:

Digamos que você interpreta um soldado americano com um severo quadro de estresse pós-traumático, lutando para se adaptar novamente a sociedade. Pelas últimas décadas, você sofreu uma grande lavagem cerebral para esquecer a compaixão e aceitar a violência ao ponto da dessensibilização, mas as memórias de sua antiga vida como um homem decente começam a emergir. Parece complicado para um ator, certo?

São os desafios que encaram Sebastian Stan em ‘Capitão América: Guerra Civil’, a mais nova adaptação de quadrinhos da Marvel Studios. Não se engane pelas sequências de ações estrondosas e glamurosas produções; os atores interpretando os super herois devem exercitar seus músculos de atuação tanto quanto em dramas de prestígio — isso sem falar de seus músculos literais.

“Quando vou trabalhar, eu não descrimino o filme como um filme de quadrinhos,” diz Stan tomando café em Manhattan. “É comprometimento total. É tudo que posso fazer.” Stan e seus colegas de elenco da Marvel, que includem nomes de peso de premiações como Mark Ruffalo, Tilda Swinton e Michael Douglas, usam todo o seu talento para elevar o gênero.

“Os filmes de quadrinhos são mitológicos, de certa maneira, e há muitos paralelos neles com o que está acontecendo no mundo real e as pessoas querem discutir,” Stan aponta. Seu personagem em Capitão América: O Soldado Invernal, por exemplo, é um cicatrizado veterano sem um lugar para chamar de lar; Stan precisa apenas olhar para os veteranos atuais para atuar com seriedade. “Muitas dessas pessoas voltam e não sabem funcionar no mundo novamente. O mundo não os aceita do mesmo modo. Foi uma grande parte da jornada desse personagem no filme: entender o mundo no qual ele finalmente se encontrou. Como ele se adaptará?” 

Esse nível de preparação não é realmente associado com os rankings de sci-fi que geral bilhões de dólares. “As pessoas tem estigmas quanto a isso,” diz Stan francamente. “Sei que quando as pessoas me consideram pra algum papel, às vezes elas pensam ‘Mas ele está em um filme de quadrinhos.’ E eu fico tipo ‘Mas eu estou me acabando pra fazer o melhor que eu posso!’ “.

“Sebastian incorpora a noção e trabalha muito duro,” diz Joe Russo, que dirigiu ‘Civil War’ e o segundo filme da franquia, ‘The Winter Soldier’. “O level de comprometimento dele é fantástico. Ele realmente encontra o melhor nível de detalhes em sua performance.” Em estabelecer um meio termo entre Bucky e o Soldado Invernal, ele diz, Stan diz muito sem realmente falar quase nada. “É a coisa mais difícil de se fazer como ator, passar emoção e contexto sem dizer nada.”

Anthony Russo concorda. “Ele teve que mostrar muita vida interna e complexa. Eu acho que quando você o vê interpretar o personagem assim, você vê a complexidade em seus olhos e físico. Ele conta uma história incrível usando apenas essas ferramentas.” E ajuda o fato de Stan ser realmente atraente nas telas. “É aquela frase: a câmera realmente o ama.”

De acordo com Stan, escutar é um dos maiores desafios na frente das lentes. Ele se maravilha com a capacidade de Marlene Dietrich a permanecer imóvel e permitir que o público projete emoção sobre ela. “O truque é desligar seu cérebro,” ele diz. ” ‘Seja interessante! Faça algo interessante! Você está há muito tempo no mesmo ângulo!’ Tem que ter coragem e tenho que lidar com aquela parte do cérebro que adora editar e censurar você. Alguns talvez não tenham isso. Eu tenho.”

Seu passado teatral tem parte da culpa. Nascido na Romênia e criado em Nova York, Stan tinha 15 anos quando entrou no acampamento Stagedoor Manor para jovens atores. De lá ele contratou um agente e trabalhou com Audrey Kaplan no Applause Theatrical Workshops, acabando na Universidade Rutgers Mason Gross School of the Arts. (Como qualquer aspirante a ator da época, ele navegava por entrevistas da Backstage e procurava por chamadas de elenco o tempo todo.)

O único modo de aprender a técnica das câmeras, ele continua, é realmente fazendo. “Quanto mais cedo você começa melhor, porque é a essência completa. Eu escutava a palavra ‘verde’ o tempo inteiro nos primeiros anos, ou ‘não tem exeperiência suficiente’, ou ‘fazendo muita coisa’ ” De fato, por quase 3 anos após a faculdade, Stan apareceu pra incontáveis chamadas de elenco e conseguiu aproximadamente zero.

“A maior parte das pessoas que admiro como atores não conseguiram nada até seus 30 e poucos. Os Mark Ruffalos, John Hawkeses do mundo.” De qualquer jeito, como é aguentar anos de rejeição na boa? Stan tem uma particularmente macabra memória. “Uma das minhas primeiras grandes audições com um diretor de Nova York — que é incrível, mas não direi seu nome— eu cheguei no teste, eles estavam no computador escrevendo um e-mail.” Ele faz mímica de digitação, batendo os dedos na mesa. “A assistente estava atrás deles. Eu disse ‘oi,’ e eles não se viraram. Disseram ‘Sim, vá em frente’, e quando li com a assistente, eles nem se viraram, nem uma vez! Eu estava na mesma sala que eles, eles continuaram escrevendo um e-mail enquanto eu estava ali atuando. Foi brutal.” 

Mas ali está a chave de um ator para o sucesso. “Eu sempre procurava por audições, mesmo que eu não conseguisse o trabalho, só pra me conectar com o diretor de elencos para eles lembrarem de mim uma próxima vez,” ele diz. Paciência e perseverança foram recompensados: esse mesmo diretor, depois de pelo menos mais 10 audições nos próximos 2 anos, deu a Sebastian seu primeiro trabalho importante.

“Aqueles anos iniciais, olhando agora, podem ter sido difíceis e dolorosos mas houve algo ótimo sobre eles. E uma vez que acaba, acaba.” Por mais louco que isso soe, houve uma mentalidade de “não-há-lugar-para-ir-além-de-para-frente” que se provou libertadora nas salas de audições e fitas que Sebastian enviaria. “Você tem a oportunidade de experimentar mais,” ele diz. “Era simplesmente ‘consiga um trabalho, qualquer trabalho’, e depois você fica muito grato por trabalhar.” 

E ele trabalhou. A credibilidade de Stan com as câmeras cresceu com aparições em “Gossip Girl” e “Kings”, e ele fez uma barulhenta estreia na Broadway em 2007 com a peça “Talk Radio.” Depois de ver essa performance, um impressionado Jonathan Demme escreveu um papel para Stan em “Rachel Getting Married,” uma colaboração que cresceria anos depois com “Ricki and The Flash.” Foi durante a produção de “A Aparição” (um filme de terror que Sebastian diz que recebeu “tipo, 5% de aprovação no Rotten Tomatoes”) que o produtor Joel Silver o colocou em “Capitão América: O Primeiro Vingador”.

Para Stan, entrar no reino de blockbuster é aceitar a luta inicial, ao invés de deixá-las mais difíceis. “Expectativas,” ele diz “realmente te fodem. Tudo bem ter sonhos, tudo bem ter objetivos, em minha opinião. Mas é muito mais sobre a escalada e o trabalho que você tem na subida. A escalada é realmente muito difícil e complicada, mas é também a melhor parte porque ainda há lugares para se escalar.” Com seu grande momento — trabalhando com Ridley Scott em “The Martian” e roubando a cena em “The Bronze” — e sua paixão pelo processo, é apenas uma questão de tempo para que Stan alcance o topo.

Enquanto ele se prepara para mais divulgação de Capitão América, Stan se lembra de algo que seu professor de atuação e mentor Larry Moss o disse após a graduação. “Ele disse, ‘É melhor você começar a amar o processo —conseguir o trabalho, trabalhar no personagem. Comece a amar a experiência mais que os resultados.’ ”

Mesmo as horríveis audições?

“Você não tem que amar as audições, não,” ele diz com uma risada. “Você só tem que amar para o quê você está fazendo o teste.” 

Traduzido e adaptado pela equipe Sebastian Stan Brasil. Não reproduza sem os devidos créditos!

Sebastian compareceu hoje ao AOL Build com os colegas de elenco Elizabeth Olsen, Chadwick Boseman, Paul Bettany e os diretores Anthony e Joe Russo. Eles participaram de um Q&A sobre ‘Capitão América: Guerra Civil’ no evento. Confira vídeos clicando aqui e fotos clicando em nossas miniaturas da galeria.

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